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Korowais
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Algumas das culturas mais exóticas do mundo

Korowai

Algumas das culturas mais exóticas do mundo

Sowayen climbing down a “yambim” or ironwood tree after knocking loose a nest of black ants that he uses for fish bait. The Korowai are superb climbers, and get up thick trees like this by gripping vines with their hands and splayed toes. It took him about a minute to get up this tree, and it took Neeld Messler, a rope expert, over an hour to rig this tree with ropes so the photographer could climb it safely. In the lower left corner Sayah is watching. One of their fishing methods is to put a piece of an ant nest in the water and wait for the fish to come and eat the drowning ants. The fisherman hides behind foliage on the river bank, and shoots the fish with a four-pointed arrow.
This picture was taken as part of an expedition for GEO Magazine and National Geographic Magazine to document the way of life of the Korowai tribe. Most of the Korowai in these photos had never had prior contact with anyone outside of their language group, and have no material goods from the outside world. They live in tree houses built above the forest floor to protect themselves from outsiders. The Korowai believe that contact with outsiders will bring an end to their culture. Cannibalism has been part of their traditional system of criminal justice to avenge the death of their clansmen, but the practice is dying out and is outlawed by the Indonesian government. The Korowai believe that most natural deaths are caused by sorcery, and must be avenged by the death (and consumption) of the person responsible.

Esse povo primitivo vive em casas construídas sobre troncos de uma ou mais árvores, mas, mais do que moradias, essas casas representam a cultura e o estilo de vida dos Korowai. Vivendo no sudeste da Indonésia, constróem casas de de folhas e vegetais a até 12 metros do solo, pelo medo dos Korowai de ataques de cadáveres e necromantes, que aconteceriam durante a noite. Ainda nesse tema do macabro e da magia negra, os Korowai também têm costumes canibais.

Mas, de volta às casas e o seu sistema de medição de tempo: eles não têm dias, semanas, meses ou anos. Aniversários e datas comemorativas, assim como períodos de passagem de tempo, são marcados por locais e casas que o povo habitou. Por isso, existem “eras” marcadas pela construção e destruição de uma ou mais casas, que, no geral, não duram mais de um ano.

San

Os San, também chamados de “homens das moitas”, são talvez a cultura tribal mais antiga da África. Têm um sistema de crenças próprio, uma linguagem e até uma dança típica, a dança da girafa. As pessoas dessa tribo foram expulsas de onde viviam por exploradores de diamantes, que destruíram os parques de reserva onde viviam, o Parque Central de Kalahari.

Assim como um deles explicou, “a polícia veio e nos jogou nas traseiras de caminhões, com nossas coisas, e nos deixou aqui (em abrigos) pegando AIDS e outras doenças; jovens estão bebendo álcool, e garotas estão tendo bebês”.

Além disso, as autoridades proibiram a caça na maior parte dos locais naturais da reserva, o que impede a manutenção do estilo de vida caçador dos Sans. “Nossas taxas de morte estão aumentando, e eles querem nos erradicar. Os nossos morem de AIDS e tuberculose, e isso não acontecia antes, quando estávamos sozinhos. Os velhos morriam de velhice, e agora vamos a funerais o tempo todo. Em 20 anos, será ‘até mais, homens das moitas’”, afirma o sobrevivente.

Awa

Antes de ter seu território invadido, os Awa viviam em uníssono com as florestas amazônicas brasileiras, e tinham o costume de adotar animais órfãos, às vezes até mesmo amamentando mamíferos como porcos e macacos.

Mas, em 1967, geólogos acidentalmente encontraram um depósito gigante de ferro no local onde viviam, as montanhas Carajás, o que se transformou num extenso projeto de mineração que, como no caso dos San, acabou desalojando os indígenas. A seguir, madeireiras, latifundiários e outros tipos de criminosos de terras invadiram o local – como aconteceu com grande parte da Amazônia – deixando apenas 350 Awas vivos. Apesar de recentemente terem finalmente sido agraciados com uma lei de proteção, fica a dúvida se isso vai adiantar alguma coisa, na prática

Mursi

Conhecidas pelos alargadores que usam nos lábios inferiores, as mulheres dessa tribo vêem o adereço como um símbolo de maturidade, algo que faz parte da cultura da tribo. Com em torno de 10 mil pessoas, esse povo etíope é provavelmente o responsável pela popularização dos alargadores, que seguem o mesmo processo gradual, aumentando cada vez mais os tamanhos dos objetos. São alvo da violência de autoridades, que os estupram, batem e matam quando agem contra seus interesses.

Ladakhis

Esse lugar idílico tinha mandamentos que faziam com que se assemelhasse ao paraíso: todos eram honestos, tolerantes, pacientes e justos, de forma que a desigualdade social praticamente inexistia, assim como a violência.

Todos eram incrivelmente felizes, morando no alto do Himalaia. O local, incrivelmente seco e estéril, ficava completamente isolado até 1962, quando uma estrada foi construída passando pelo local.

Mas foi só na década de 70 que a modernização realmente impactou o local, especialmente culturalmente: vendo os turistas e sua ostentação, logo os costumes mudaram, e os simples e felizes moradores da cidade passaram a se achar pobres. E a ganância, como sempre, acabou com o sonho e tornou esse povo um pouco mais parecido conosco.

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